Eu considero a Wikipedia uma das idéias mais legais, e mais importantes, da área de tecnologia nos últimos anos. O conceito de wiki introduzido pelo enciclopédia, aonde o conhecimento é compartilhado, além de prático é socialmente correto.
Porém há um problema que vem crescendo em níveis absurdos quando o assunto é a Wikipedia, estão dizendo que não é uma fonte confiável. Repita isso 10000 vezes e vira verdade.
E a maior patada contra a enciclopédia vem de quem mais deveria valorizá-la: os Professores! Isto apenas mostra o quão mesquinho é o ser humano.
Mesquinho porque? É simples, a Wikipedia é uma enciclopédia colaborativa, se você faz uma pesquisa sobre um assunto cujo qual domina, e encontra algum dado errado, basta corrigí-lo! Qualquer pessoa pode fazer isso.
Mas o que é mais fácil, ajudar o projeto a dar certo e fazer o maior repositório de informação do mundo, completamente gratuito, ou falar mal? Parece que os professores escolheram falar mal.
Ainda dizem que o principal fator da desconfiança é pelo fato da Wikipedia não citar fontes, mas desde quando isso é verdade? Acredito que essas pessoas que estão tentando sujar a imagem da enciclopédia nem sequer já a leram, ou não tiveram Q.I suficiente para entender como a mesma funciona.
Quando um artigo não tem fontes, aparece um retângulo em vermelho, bem grande dizendo claramente que o artigo não possui nenhuma fonte citada e pode não estar correto, o mesmo para quando o artigo e as fontes não dizem a mesma coisa.

Como sempre acontece, é mais um caso de pessoas que não sabem utilizar corretamente uma ferramenta e limitam-se a criticá-la. Só fico indignado com a má vontade das pessoas em fazer algo funcionar, que se reverte em boa vontade quando o assunto é degenerar uma iniciativa nobre, que visa apenas aumentar o conhecimento de todos.


A segurança de sistemas operacionais é um tema com o qual todos estamos envolvidos, sem exceção.
A revista DINHEIRO publicou em sua última edição uma matéria sobre o novo empreendimento do Google, denominado Android, além de uma entrevista com o homem à frente do projeto, Andy Rubin.












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